5 jovens negros com quem a Moda brasileira deveria aprender #TakeOverRafaPinah

Moda brasileira

5 jovens negros com quem a Moda brasileira deveria aprender #TakeOverRafaPinah

Escrito por Criável

Conheça 5 jovens negros com quem a Moda brasileira deveria aprender

E aí, empresá[email protected] de Moda brasileira? Que tal conhecer – e se aproximar – de 5 jovens negros brasileiros que já estão promovendo mudanças estruturais nos seus espaços (e que podem trazer inúmeras soluções para o seu negócio fazer mais e melhor daqui pra frente)? 

Só não vale querer pagar em permuta, tá? 😉

Clariza Rosa (@clarizarosa)

Co-fundadora da Silva Produtora, a Clariza faz um trabalho sensível que passa por consultoria, agência de casting, produção de Moda brasileira e comunicação; criando pontes e narrativas descentralizadas que comunicam sobre o Brasil levando em consideração seus contextos e linguagens, além de articularem redes por equidade racial e justiça social. 

Algumas das nossas campanhas preferidas da agência são com a Farm, para a doação de máscaras, com a Via Mia + Pantone, com o Mate Leão e com a Fila

Clariza Rosa - 5 jovens negros com quem a Moda brasileira deveria aprender

Luana Genot (@luanagenot)

Luana é publicitária, escritora, colunista do Caderno Ela e diretora executiva da ID_BR, um instituto de identidades brasileiras. Seu trabalho super potente busca reduzir a desigualdade racial no mercado de trabalho – como indica a agenda 2030 da ONU – e desenvolve ações em diferentes formatos para conscientizar e engajar organizações e a sociedade. Para a ampliar as conexões entre empresas e profissionais negros, inclusive, a ID_BR criou o selo Sim à Igualdade Racial, fortalecendo esse compromisso, além de muitas iniciativas para inserir e manter profissionais negros no mercado de trabalho, potencializando sua formação e qualificação – com a parceria de diferentes instituições de ensino como Cel Lep, EF, Fundação Dom Cabral e Cultural Inglesa.

Luana Genot - 5 jovens negros com quem a Moda brasileira deveria aprender

Marcela Lisboa (@profetadabeleza)

Além de jornalista, produtora criativa e executiva e gestora de projetos, a Marcela é uma das criadoras da Naya – uma agência de publicidade focada nas classes C e D, que acredita que o boca a boca é a maior plataforma de comunicação. Ainda assim, parte do trabalho da Naya é hackear o sistema, possibilitando que tecnologias e plataformas digitais onde a imagem constituída é branca – como o Instagram e o Youtube – sejam ocupadas por pessoas negras da periferia.

Veja nosso artigo sobre: As maiores tendências de Moda para 2020/2021

Ah, um p.s. sobre a Naya: Vale a pena procurar o filme ‘Descolonize o Olhar’ – uma coprodução com a GatoMÍDIA, o Coletivo Papo Reto, a NuGrau360 e a AILUROS VJ – XR – que no ano passado foi exibido na assembléia da ONU e foi escolhido entre 76 filmes feitos por jovens do mundo inteiro. O filme propõe um outro olhar sobre as favelas e periferias do país e sobre os corpos negros em tela, mostrando uma realidade de afeto e relações humanas.

Marcela Lisboa - 5 jovens negros com quem a Moda brasileira deveria aprender

Rene Silva (@renesilva)

O Rene é criador – ele começou aos 11 anos de idade! – e editor-chefe do Voz da Comunidade, um jornal comunitário que traz notícias das favelas do Rio de Janeiro, política, cultura, economia, e mais; hoje disponível até na forma de aplicativo. 🙂 O portal não só amplifica as narrativas dos seus ouvintes, como articula diversas parcerias para essas comunidades, sendo um exemplo incrível de ativismo na prática. 

Hoje o projeto também conta com o Prato das Comunidades, uma iniciativa para levar refeições prontas para quem precisa – afinal, não é só comida que falta, mas água, gás e luz para cozinhar – movimentando empreendimentos locais e assim, gerando empregos.

Rene Silva - 5 jovens negros com quem a Moda brasileira deveria aprender

Raull Santiago (@raullsantiago)

CEO da Agência Brecha, o Raull é também ativista de direitos humanos e midiativista no Coletivo Papo Reto – um coletivo de comunicação independente composto por jovens moradores dos Complexos do Alemão e Penha, no Rio. Seu trabalho busca fortalecer e multiplicar cultura, arte e conhecimento, usando a mídia alternativa como potência, trabalhando a juventude da favela, e expondo os problemas, violências e oportunidades desses espaços.

Obs.: A gente recomenda muito assistir esse vídeo da Jout Jout entrevistando (sem palavras) o Raull, viu? 

Raull Santiago - 5 jovens negros com quem a Moda brasileira deveria aprender
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