O que marcas pequenas e marcas de luxo têm em comum?

O que marcas pequenas e marcas de luxo têm em comum?

Escrito por Criável

 Olhe para o seu negócio de Moda de um jeito diferente

Muitos empreendedores sonham em ter uma marca grande e se sentem limitados por precisarem começar pequeno. No entanto, a gente por aqui tem observado que as marcas pequenas têm muitas vantagens competitivas, e a primeira delas é a quantidade de pontos de semelhança com marcas de luxo.

Opa, não entendeu? Então vem com a gente descobrir como potencializar o seu pequeno negócio para que todo mundo possa perceber a sua grandeza.

Costumer centricity

Muito usada pelo mercado de luxo, essa estratégia não é nada mais que colocar a experiência do consumidor no centro. Pode parecer óbvio, mas a verdade é que muitas marcas, especialmente no digital, acabam se esquecendo de colocar carinho e atenção na gestão das suas comunidades e do seu atendimento.

Para uma marca grande, por exemplo, seria impossível responder todas as mensagens de forma qualificada. Por isso, essas empresas acabam criando padrões de respostas automáticas, como emojis e mensagens de obrigada.

Se a sua marca é pequena e ainda não recebe um volume tão alto de comentários e dm’s, um jeito eficiente de criar vínculo pode ser justamente evitar respostas superficiais ou muito padronizadas e ir abrindo pequenas conversas, caso a caso.

Vale lembrar também que o boca a boca é, sempre foi e sempre será a melhor publicidade para uma marca, pois nenhuma propaganda tem uma prova social tão forte quanto a experiência positiva de alguém. 

Customização

Além do atendimento caprichado, outra inspiração que pequenos empreendedores podem tirar das marcas de luxo é a customização de produtos, serviços e experiências.

Esses dias, uma aluna do nosso curso Empreender na Moda – beijo, Gabriella Villela! – compartilhou com a gente uma história super interessante que aconteceu na Louis Vuitton da Singapura. 

A marca tinha um cliente que colecionava caixinhas de fósforo, e ao saber disso, o vendedor que o atendeu registrou essa informação no seu CRM. Ele também propôs que, ao longo de um ano, todos os funcionários que viajassem para fora trouxessem caixinhas de fósforo diferentes, que ao final desse período, foram dadas de presente para aquele mesmo consumidor.

Isso obviamente deixou o cliente emocionado e criou um vínculo de valor inestimável entre ele e a Louis Vuitton.

E antes de você pensar “Poxa, mas eu não tenho recursos pra fazer algo assim”, se liga, é uma caixinha de fósforo! Tem coisa mais simples que isso?

Em outras palavras, é importante ter em mente que luxo não é sinônimo de grana necessariamente, mas de carinho, de atenção, de gentileza. E isso a gente tem certeza que a sua marca pode oferecer.

Essência

Não é difícil ver marcas maiores abrindo mão da sua essência e se tornando cada dia mais comerciais para continuar crescendo – o que pode até ter ganhos imediatos, mas também muitas perdas a longo prazo.

Tanto que as marcas mais fortes do mundo (em sua maioria de luxo) são justamente aquelas que souberam se manter conectadas à sua essência através dos tempos.

Isso fica muito evidente nesse post com a história da Gucci, que até hoje tem os mesmos símbolos e significados de quando começou, nos primórdios da história da Moda contemporânea. 

Por isso, não se preocupe em agradar todo mundo, mas em se conectar com as pessoas certas por meio da sua essência.

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